A Europa voltou a parar.
E não foi por falta de tecnologia, dinheiro ou alertas científicos.
Foi por falta de resiliência climática real.
Nevascas intensas, aeroportos fechados, trens paralisados, cidades congeladas, temperaturas extremas causando mortes e colapsos logísticos. Não são acidentes. São sinais.
A forte onda de frio que atinge a Europa desde o início da semana, com nevascas intensas, provocou o cancelamento de voos e viagens de trem, acidentes nas estradas e o fechamento de centenas de escolas. Ao menos seis pessoas morreram. Aeroportos como Schiphol, Charles de Gaulle e Orly suspenderam centenas de voos. Com temperaturas até 10°C abaixo da média, autoridades recomendam trabalho remoto e pedem cautela nas estradas.
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