Agro e aéreas cobram medidas contra alta do petróleo
A escalada do conflito no Oriente Médio e a disparada no preço do petróleo acenderam o alerta nos setores de agronegócio e aviação, que agora pressionam o governo por socorro financeiro. As entidades pedem a suspensão de tributos e novas linhas de crédito para frear a alta nos custos de frete e produção. Em resposta, o Ministério da Justiça deu 48 horas para que as principais distribuidoras expliquem os reajustes, enquanto o Planalto tenta conter o efeito dominó na economia.
Após reduzir o PIS e Cofins do diesel, o governo federal estuda também cortar tributos para evitar que os preços das passagens aéreas subam.
A guerra no Irã tem influenciado nas cotações internacionais do petróleo, o que reflete no querosene de aviação que é o principal custo das empresas aéreas.
O Ministério de Portos e Aeroportos enviou na terça (17) ao Ministério da Fazenda uma proposta com medidas que seguem a linha já adotada para reduzir o impacto sobre o valor do diesel.
A pasta defende a redução do PIS e Cofins sobre o querosene de aviação até o fim do ano, zerar a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre empresas aéreas, e reduzir a alíquota de Imposto de Renda incidente sobre o leasing das aeronaves.
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